A PIP contribuiu, juntamente com a classe artística Curitibana, para a implantação do Edital de Pesquisa de Linguagem em Dança. Um edital com iniciativa inédita onde se incentivou a pesquisa, seus percursos  e necessidades, e não o produto final de um processo. A PIP contemplada na primeira edição propôs TECNOLABORATERRITÓRIO, um projeto voltado para estudos e mostras de videodança, vídeo e performance. O videodesigner Marcus Moraes do Rio de Janeiro iniciou as atividades com a oficina “Miniclipes de Dança”, oferecida para artistas de várias áreas. O artista Angelo Luz coordenou o “220 VP” grupo de estudos em vídeo e performance art. Ao final do projeto de sete meses se chegou a resultados como a produção de 7 videodanças, gerando assim a 1ª PIPPOP Mostra de Videodança de Curitiba. A PIP criou a CLIPIP, videodança premiada no Festival Tápias do Rio de Janeiro.